terça-feira, 14 de setembro de 2010

Persanagens Ilustres

Homenageio

D. JOSÉ DE MEDEIROS DELGADO - José de Medeiros Delgado, nascido em Pombal, na Paraíba, aos 28 de julho de 1905. Foi ordenado Sacerdote, aos 02 de junho de 1929. Quando exercia o múnus de vigário de Campina Grande-PB, foi eleito Bispo de Caicó, aos 15 de março de 1941. A posse na Diocese aconteceu aos 26 de julho de 1941, na Festa de Santana. Governou a Diocese de Caicó de 1941 a 1951, 10 anos de pastoreio. Foi promovido Arcebispo e transferido para São Luis-MA em 04 de setembro de 1951, posteriormente transferido para Fortaleza em 10 de maio de 1963. Renunciou o governo da Arquidiocese de Fortaleza em 26 de março de 1973. Faleceu aos 09 de março de 1988, no Recife, onde residia como Arcebispo Emérito de Fortaleza. Está sepultado na Igreja Matriz de São José, em Caicó, antiga Capela do Seminário Diocesano Santo Cura d’Ars, por ele construída.

MARQUES DE POMBAL - Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, (Lisboa, 13 de Maio de 1699 — Pombal, 8 de Maio de 1782) foi um nobre e estadista português. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.
Representante do Despotismo esclarecido em Portugal no século XVIII, viveu num período da história marcado pelo iluminismo, tendo desempenhado um papel fulcral na aproximação de Portugal à realidade económica e social dos países do Norte da Europa, mais dinâmica do que a portuguesa. Iniciou com esse intuito várias reformas administrativas, económicas e sociais. Acabou na prática com os autos de fé em Portugal e com a discriminação dos cristãos-novos, apesar de não ter extinguido oficialmente a Inquisição portuguesa, em vigor "de jure" até 1821.
Era ministro do reino de Portugal. Foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e das suas colónias.  A sua administração ficou marcada por duas contrariedades célebres: o primeiro foi o Terramoto de Lisboa de 1755, um desafio que lhe conferiu o papel histórico de renovador arquitectónico da cidade. Pouco depois, o Processo dos Távoras, uma intriga com consequências dramáticas.
Após a sua morte, na noite de 11 de Maio de 1782, o seu cadáver foi conduzido num coche puxado por três parelhas para a igreja do convento de Santo António da vila de Pombal. Contava o Marquês de Pombal com 83 anos, quando os seus restos mortais ali foram depositados. Com o advento das invasões francesas a sua sepultura foi profanada pelos soldados do Marechal André Masséna. Em 1856/7, o Marechal Saldanha transladou para Lisboa os restos mortais, que foram depositados na ermida das Mercês, onde o Marquês de Pombal fora baptizado e, inclusivé, pertencia à irmandade. Em 1923, passaram definitivamente os restos mortais para a igreja da Memória (Lisboa), onde se encontram até ao presente.
O quadro "O Marquês de Pombal expulsando os jesuítas", assinado conjuntamente por Louis-Michel Van Loo (1707-1771) e Claude-Joseph Vernet (1714-1789), dois grandes pintores da sua época, representa o estadista, em 1759, no centro de uma cena de grande significado político e económico.

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